Hoje criei um site no Google. Foi muito fácil. Perceber como mexer-lhe é que já não é tão fácil. Sei trabalhar com o site da DGLB, não lá muito bem, é certo, mas pelo menos consigo editar uma página e alterá-la. Dá muito jeito quando a notícia já passou e a colega responsável pela sua criação não está cá. Às vezes mudo os presentes para passados, os passados para futuros, acrescento uma vírgula (esta mania de continuar a exercer a profissão de professora de português...), altero um nome ou uma foto. Mas ali, no novo site só da minha responsabilidade, a coisa é mais difícil, parece. Criei uma página prinicipal, uma secundária, que só aparece quando clico na barra lateral esquerda. Pus uma foto, mas não consigo vê-la em modo de página web. Vejo-a sempre no modo de estrutura (pode dizer-se assim em relação a sites, ou estou a usar linguagem de access?): um documento anexo que tenho de abrir se o quiser ver.
Vamos com calma. Qualquer dia vão poder ver o Grande Site Primo deste Blogue "Livros e Tanto Mais".
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Facebook vs Web 2.0?
Numa época em que tanta da atenção dos utilizadores da Web se encontra virada para o Facebook, será que faz sentido investir tempo e esforço na blogosfera e em outros serviços da web 2.0?
Foi esta a questão levantada no decorrer do curso sobre as ferramentas da web.
As posições sobre o avanço na gestão simplificada da informação/comunicação que o facebook oferece, mas ao mesmo tempo sobre os perigos que ele coloca no facilitismo dessa informação são hoje tratados em vários sectores. Julgo que, apesar de tudo, o facebook veio dominar a Web 2.0, ocupando grande parte do tempo disponível dos utilizadores das ferramentas web. Retirei alguns excertos que podem ilustrar exactamente isto.
"O presidente do Tribunal Constitucional da Alemanha considerou que utilizar o Facebook é uma «actividade de risco», devido à falta de protecção dos dados publicados no site pelos membros da rede social
A afirmação de Andreas Vosskuhle foi feita em declarações à edição alemã da revista Focus, onde defendeu que a falta de protecção dos dados dos utilizadores do Facebook, assim que estes publicam algo na rede social, o leva a considerar a utilização do site como «actividade de risco»"
"O Facebook possui uma óptimas ferramentas e aplicativos para promover qualquer tipo de empreendimento ou prestação de serviços de forma eficiente e prática, além de oferecer interação imediata com os seus clientes, seguidores ou fans. "http://assessoriablog.blogspot.com
"A MOD (Ministry of Defence) do Reino Unido lançou uma campanha com o objectivo de avisar a todo o seu pessoal e os seus familiares do perigo de partilhar demasiada informação online.
A campanha intitulada “Think before you…” visa fornecer, a quem está ao serviço da sua majestade, orientação nos métodos corretos para a utilização de social media sem que se ponham a jeito, evitando assim correr riscos desnecessários.
A iniciativa de comunicações internas é uma resposta a dados críticos revelados online inadvertidamente incluindo informação especifica sobre ataques, movimentos de algumas tropas e moradas de casa.
A campanha multicanal irá percorrer no Facebook e YouTube através de materiais para formação bem como publicações com informação relevante. Incluído na campanha estão também meios tradicionais tal como a British Forces Broadcasting Service e a Garrison Radio.
O ano passado, dez membros da MOD foram disciplinados após terem revelado informação confidencial em vários sites de social media."
Foi esta a questão levantada no decorrer do curso sobre as ferramentas da web.
As posições sobre o avanço na gestão simplificada da informação/comunicação que o facebook oferece, mas ao mesmo tempo sobre os perigos que ele coloca no facilitismo dessa informação são hoje tratados em vários sectores. Julgo que, apesar de tudo, o facebook veio dominar a Web 2.0, ocupando grande parte do tempo disponível dos utilizadores das ferramentas web. Retirei alguns excertos que podem ilustrar exactamente isto.
"O presidente do Tribunal Constitucional da Alemanha considerou que utilizar o Facebook é uma «actividade de risco», devido à falta de protecção dos dados publicados no site pelos membros da rede social
A afirmação de Andreas Vosskuhle foi feita em declarações à edição alemã da revista Focus, onde defendeu que a falta de protecção dos dados dos utilizadores do Facebook, assim que estes publicam algo na rede social, o leva a considerar a utilização do site como «actividade de risco»"
"O Facebook possui uma óptimas ferramentas e aplicativos para promover qualquer tipo de empreendimento ou prestação de serviços de forma eficiente e prática, além de oferecer interação imediata com os seus clientes, seguidores ou fans. "http://assessoriablog.blogspot.com
"A MOD (Ministry of Defence) do Reino Unido lançou uma campanha com o objectivo de avisar a todo o seu pessoal e os seus familiares do perigo de partilhar demasiada informação online.
A campanha intitulada “Think before you…” visa fornecer, a quem está ao serviço da sua majestade, orientação nos métodos corretos para a utilização de social media sem que se ponham a jeito, evitando assim correr riscos desnecessários.
A iniciativa de comunicações internas é uma resposta a dados críticos revelados online inadvertidamente incluindo informação especifica sobre ataques, movimentos de algumas tropas e moradas de casa.
A campanha multicanal irá percorrer no Facebook e YouTube através de materiais para formação bem como publicações com informação relevante. Incluído na campanha estão também meios tradicionais tal como a British Forces Broadcasting Service e a Garrison Radio.
O ano passado, dez membros da MOD foram disciplinados após terem revelado informação confidencial em vários sites de social media."
Subscrever:
Comentários (Atom)