quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Facebook vs Web 2.0?

Numa época em que tanta da atenção dos utilizadores da Web se encontra virada para o Facebook, será que faz sentido investir tempo e esforço na blogosfera e em outros serviços da web 2.0?
Foi esta a questão levantada no decorrer do curso sobre as ferramentas da web.

As posições sobre o avanço na gestão simplificada da informação/comunicação que o facebook oferece, mas ao mesmo tempo sobre os perigos que ele coloca no facilitismo dessa informação são hoje tratados em vários sectores. Julgo que, apesar de tudo, o facebook veio dominar a Web 2.0, ocupando grande parte do tempo disponível dos utilizadores das ferramentas web. Retirei alguns excertos que podem ilustrar exactamente isto.

"O presidente do Tribunal Constitucional da Alemanha considerou que utilizar o Facebook é uma «actividade de risco», devido à falta de protecção dos dados publicados no site pelos membros da rede social
A afirmação de Andreas Vosskuhle foi feita em declarações à edição alemã da revista Focus, onde defendeu que a falta de protecção dos dados dos utilizadores do Facebook, assim que estes publicam algo na rede social, o leva a considerar a utilização do site como «actividade de risco»"

"O Facebook possui uma óptimas ferramentas e aplicativos para promover qualquer tipo de empreendimento ou prestação de serviços de forma eficiente e prática, além de oferecer interação imediata com os seus clientes, seguidores ou fans. "http://assessoriablog.blogspot.com

"A MOD (Ministry of Defence) do Reino Unido lançou uma campanha com o objectivo de avisar a todo o seu pessoal e os seus familiares do perigo de partilhar demasiada informação online.
A campanha intitulada “Think before you…” visa fornecer, a quem está ao serviço da sua majestade, orientação nos métodos corretos para a utilização de social media sem que se ponham a jeito, evitando assim correr riscos desnecessários.
A iniciativa de comunicações internas é uma resposta a dados críticos revelados online inadvertidamente incluindo informação especifica sobre ataques, movimentos de algumas tropas e moradas de casa.
A campanha multicanal irá percorrer no Facebook e YouTube através de materiais para formação bem como publicações com informação relevante. Incluído na campanha estão também meios tradicionais tal como a British Forces Broadcasting Service e a Garrison Radio.
O ano passado, dez membros da MOD foram disciplinados após terem revelado informação confidencial em vários sites de social media."

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